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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Como instalar o Windows 7 direto de um pendrive

Todas as dicas e ferramentas para instalar o SO da Microsoft direto do pendrive.



O Windows 7 foi um dos maiores sucessos da Microsoft desde o lançamento do Windows XP, pelo menos no que diz respeito a sistemas operacionais. Grande parte do sucesso se deve à interface gráfica mais didática do que seu antecessor e também às novas ferramentas e facilidades oferecidas, como o novo sistema de organizar os ícones de aplicativos em execução.
No entanto, os usuários de netbooks, ou mesmo notebooks, passaram a enfrentar alguns problemas para a instalação do Windows 7 em seus computador. Isso porque a maioria dos computadores ultraportáteis, se não todos, não possui drive ótico para a leitura de CDs e DVDs. Dessa forma, como seria possível instalar um sistema operacional novo no computador?
A Microsoft, pensando no impasse, disponibilizou um aplicativo muito útil. É o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool, o qual possibilita a criação de um pendrive inicializável e com todos os arquivos necessários para que a instalação do Windows 7 seja feita.
E para sanar todas as dúvidas e medos do usuário, o Baixaki criou este tutorial, o qual ensina todos os passos e mostra em detalhes como criar um pendrive inicializável que permita a instalação do Windows 7 em máquinas sem drive ótico.

Pré-requisitos

Para seguir com o tutorial e conseguir executar todos os passos sem problemas, você vai precisar de:
  • Um pendrive de, no mínimo, 4 GB.
  • O programa Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool instalado em seu computador.
  • Clique aqui para baixar!
  • Uma imagem ISO de qualquer versão do Windows 7.
Dica: Você pode utilizar um computador com drive ótico para criar uma imagem do próprio CD de instalação do Windows 7. Existem diversos aplicativos que permitem a criação de imagens ISO a partir de qualquer mídia. Bons exemplos são o Ashampoo Burning Studio e o PowerISO, mas você pode escolher qualquer outro aplicativo que se adapte melhor às suas necessidades. Clique aqui para conferir a lista de programas do gênero.


Crie uma imagem a partir do CD

 

Mãos à obra

Depois de instalar o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool em seu computador e providenciar a ISO da versão do Windows 7 que deseja instalar, é hora de colocar a mão na massa e começar a criação do pendrive inicializável com o sistema operacional a ser instalado.

1º passo: formatação

O primeiro passo consiste na formatação do pendrive que será utilizado para a instalação do Windows 7. Para isso, insira o dispositivo na porta USB do computador e abra uma janela do Windows Explorer. Em seguida, clique com o botão direito do mouse sobre o drive do pendrive e escolha a opção “Formatar”.
Na tela que aparecer, certifique-se de marcar a opção “NTFS” no campo “Sistema de arquivos”. Em “Rótulo do volume”, insira o nome com o qual o dispositivo será identificado e, para finalizar, clique em “Iniciar”. O tempo para formatação do pendrive vai depender do tamanho do disco removível. Ao final, uma mensagem será exibida indicando que a tarefa foi concluída com sucesso.


Formatando o pendrive

 

2º passo: utilizando a ferramenta

Uma vez que o dispositivo tenha sido formatado, é hora de utilizar o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool para tornar o pendrive inicializável e também inserir os arquivos de instalação do sistema. Todo esse processo é feito em apenas quatro etapas.
A primeira delas consiste na escolha da imagem ISO a ser gravada no disco removível. Clique em “Browse” e navegue até o diretório em que o arquivo de imagem se encontra. Em seguida, selecione-o e clique no botão “Next”, presente na parte inferior direita da tela do programa.

Escolhendo o arquivo de imagem

Na segunda etapa o usuário deve escolher qual tipo de dispositivo receberá os dados da imagem. Você pode escolher entre queimar um DVD ou criar um pendrive inicializável. Para este tutorial, a opção escolhida deve ser “USB device”, já que o objetivo aqui é ensinar a instalar o Windows 7 a partir de um dispositivo USB.

Escolhendo tipo de dispositivo

O próximo passo é escolher o drive no qual os dados do arquivo ISO serão inseridos. Geralmente o programa identifica e seleciona automaticamente o pendrive inserido no computador. Caso isso não aconteça, utilize o menu drop and down presente na tela para selecionar o dispositivo correto. Clique em “Begin copying” para iniciar a cópia dos arquivos.

Escolha o drive

Agora é só esperar até que o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool finalize o processo de cópia. Vale lembrar que isso pode demorar um bom tempo, pois a quantidade de informações e arquivos a serem transferidos para o pendrive é consideravelmente grande.
Recomenda-se ao usuário que aplicativos pesados não sejam executados enquanto a cópia estiver acontecendo. Dessa forma, futuras dores de cabeça, como arquivos de instalação corrompidos, podem ser evitadas. Uma mensagem de sucesso (ou erro) é exibida ao final do processo.

3º passo: instalando o sistema

Finalmente, agora é hora de instalar o Windows 7 utilizando o pendrive como drive. Não há segredo algum na instalação, pois ela segue exatamente os mesmos passos daquela realizada pelo CD ou DVD.

Agora é só instalar o sistema
O legal é que, utilizando o Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool, o usuário não precisa se preocupar em mexer na BIOS do computador para que ele seja iniciado pelo pendrive. Ao final da transferência dos arquivos para o pendrive, basta o usuário reiniciar o computador e se preparar para a instalação.

.....

Não há muito segredo na criação de dispositivos USB inicializáveis. Com a ajuda de algumas ferramentas, como a Microsoft Windows 7 USB/DVD Download Tool, o processo fica ainda mais fácil. Agora você já pode instalar o Windows 7 sem problemas e sem medos em netbooks, notebooks ou qualquer outro computador que não possui leitor de CD e DVD. 


Erro 404: como seria o mundo sem o Photoshop

Publicidade, revistas e até mesmo a internet parados no tempo? Como seria o mundo sem o maior editor de imagens da atualidade.

Em todos os lugares a que você vai, o Photoshop está presente. Designers de todo o mundo utilizam o software de edição de imagens para criar produtos, anúncios, rótulos, embalagens e muito mais. Além disso, as fotografias que vemos em revistas, jornais e sites da internet são, muitas vezes, retocadas com o auxílio do programa da Adobe. Quem é que não queria que ele existisse na vida real?
Mas você consegue imaginar como seria o mundo se o Photoshop não existisse? O Tecmundo fez algumas previsões de como estaria o planeta sem o software. Prepare-se para conhecer o lado menos belo da vida virtual. Alertamos: algumas paixões platônicas por cantoras de música Pop podem morrer após a leitura.

Onde estão as pessoas perfeitas?

“Rostos impecáveis, sem rugas e espinhas”. “Corpos invejáveis, celulite não existe”. Pense melhor antes de dizer alguma dessas frases ao abrir uma revista. Tudo seria muito diferente se não existisse o Photoshop. Os artistas seriam muito mais parecidos com as pessoas que vemos nas ruas, todos os dias.
Quer uma prova disso? Pois trouxemos uma compilação de fotografias de algumas mulheres que são estão entre as mais belas do mundo, mas sem a maquiagem digital. As imagens são do site Chillout Point.


Galeria de Imagens






(Fonte das imagens: Chillout Point)

 Diz-se que antes de existirem os softwares de edição, a beleza das imagens dependia muito mais da capacidade do fotógrafo e do diretor de fotografia. Por isso, em revistas masculinas era muito mais comum a presença de modelos deitadas, pois desse modo os corpos mostravam-se mais esguios. Há rumores de que algumas modelos, na década de 80, posavam de ponta-cabeça para que seus seios ficassem mais bonitos.
E isso não se resume às revistas masculinas. Hoje em dia, a grande maioria das publicações utiliza o software para “embelezar” homens e mulheres. Isso inclui aquelas que mostram as casas dos famosos, as que falam sobre a novela e até mesmo as que informam os benefícios das dietas e exercícios físicos. Pois é, aquele vestido não era realmente de alface.

A internet parou no tempo

Se você está vendo o Tecmundo com a interface moderna que ele possui, é porque o Photoshop permitiu que nossos designers o construíssem. O Photoshop é responsável pela criação do layout, que só depois será aplicado aos editores WYSIWYG (como o Dreamweaver).



Quer saber como era a internet antes do Photoshop (e como ela continuaria sendo sem os editores gráficos)? Acesse o Web Archive e procure páginas da metade dos anos 90. Sites completamente feitos em HTML cru eram a realidade da web. Também era muito comum a aplicação de GIFs animados nas interfaces. Tecnologia avançada dos anos 90.
Ainda hoje existem sites assim. Alguns que apenas permaneceram no ar (como o do filme “Space Jam” – a nostalgia faz valer muito o clique) e outros criados mais recentemente (Landspeed, por exemplo). Se a Adobe não publicasse o Photoshop, provavelmente essas exceções seriam a regra.

Publicidade artesanal

Imagine como era construir um anúncio publicitário na década de 50. A grande maioria deles era composta por desenhos ou fotografias aliadas a ilustrações. Não existia a computação para que fossem realizadas edições em imagens. Em uma rápida pesquisa no Google Imagens, você pode encontrar exemplos do que estamos falando.
Apesar de os publicitários de décadas passadas possuírem muita criatividade, não era possível realizar montagens como algumas que são encontradas nos anúncios de hoje. Vestidos de alface (olha ele aí de novo), cavalos marinhos de pimenta e corpos de porcelana eram praticamente inconcebíveis.
 

Imagine uma propaganda do Twitter ou do Facebook criada naqueles moldes. Há alguns meses, circularam imagens que mostravam exatamente isso. Sabe qual é a parte mais engraçada de tudo isso? Adivinha em que programa as montagens foram feitas!

O melhor editor de imagens

Já que estamos imaginando o mundo sem o Photoshop, precisamos encontrar um novo líder no mercado de editores de imagens. O Paint é limitado demais, pois não permite a utilização de camadas e máscaras, portanto ele está descartado. Que tal o Photoscape? Ele não possui funções muito avançadas, então também está fora.
Na verdade, não podemos citar o Gimp ou Paint.net igualmente, porque eles também apresentam seus problemas (assim como o Photoshop). É muito provável que outro software seria desenvolvido para suprir as necessidades gráficas da informática. E esse seria muito diferente, pois não teria o programa da Adobe para se inspirar. Que tal você criar um conceito de software para edição gráfica? Só não vale usar o Photoshop.
.....
O software que conseguiu chegar à liderança absoluta no mercado de editores deve demorar para conhecer concorrentes.  E você já tinha imaginado o mundo sem o Photoshop? Certamente ele seria um pouco menos belo.  Ou melhor, menos retocado.
Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não correspondem à realidade.

A história da Apple, a marca da maçã

Design, inovação e poder: conheça a história da empresa que trouxe glamour e revolucionou a história dos computadores pessoais. 

O que leva milhares de americanos a formarem longas filas em frente às lojas para comprar um smartphone? Qual a fórmula mágica para ser uma das empresas de tecnologia mais respeitadas de todo o mundo? Conheça um pouco sobre a história da Apple, marca responsável por produtos inovadores e que enlouquecem uma legião de fãs a cada lançamento. 



Quem diria que dois garotos hippies da Califórnia realizariam o sonho de levar o computador – uma ferramenta, até então, desconhecida de muita gente – para dentro das casas de todo o mundo? Pois bem, é assim que começa a história da maçã.

Em 1976, Steve Jobs (Saiba quem é Steve Jobs neste artigo.) e Steve Wozniak, dois jovens apaixonados por inovação, faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma bastante artesanal. Foi em um dormitório de faculdade que a Apple Computers Inc. surgiu, trazendo à tona o Apple I, projeto de um computador bastante avançado para a época, mas que foi recusado por empresas já consolidadas, como a Atari e a HP.





O rústico Apple I. 



Embora não tenha sido um grande sucesso de vendas, o Apple I, que era apenas a placa de circuito e custava cerca de 600 dólares (o que hoje equivale a 5000 dólares), foi um bom começo e deixou os rapazes esperançosos.  A placa de circuito era geralmente armazenada em uma caixa de madeira, de modo bastante rústico.



O que era um sonho hippie, acabou se transformando na maior promessa da tecnologia e, mais que isso, em um culto. Afinal, há quem diga que ao comprar um produto Apple, você não está simplesmente adquirindo um MP3 Player ou um computador, mas sim um estilo de vida.



iNovação


Com aperfeiçoamentos notáveis, o Apple I ganhou um sucessor: o Apple II. Lançado em 1977, ele fez muito sucesso, apesar de seu preço elevado – cerca de 1,200 dólares, o que hoje equivale a 10 mil dólares. 

Com características semelhantes às presentes nos computadores de hoje, o Apple II vinha em um gabinete de plástico e com um teclado incorporado. O modelo foi tão bem aceito no mercado, que perdurou até o início dos anos 90.



Mouse e interface gráfica. 



Do Apple II em diante, a empresa resolveu apostar forte nos computadores com interface gráfica e mouse, ideia que Jobs afirma ter “sido emprestada” da Xerox, empresa onde computadores com interface gráfica eram desenvolvidos há tempos.



Para Jobs, a Xerox tinha em mãos uma ideia brilhante, mas não sabia ao certo o que fazer com ela. A qualidade das interfaces gráficas e dos próprios computadores da Xerox não era satisfatória e o preço era exorbitante. Então, Jobs pegou os computadores da Xerox como base para sua inspiração e trouxe inovações de cair o queixo ao mundo dos computadores.

Em 1983, um grande passo: o lançamento do Lisa, um computador avançado com 1MB de memória RAM, dois drives de disquete, disco rígido de 5MB e um monitor de 12 polegadas. Com uma interface muito bem elaborada e uma suíte de aplicativos equivalente ao Office atual o Lisa tinha tudo para ser um sucesso absoluto, se não fosse o preço: 10 mil dólares da época.



Interface monocromática.


Um ponto negativo para as vendas, dois pontos para a experiência da empresa, que utilizou o Lisa como base para o Macintosh, em 1984. Com configurações semelhantes a de PCs da época, o Macintosh trazia o sistema operacional Mac OS 1.0, responsável também por popularizar a interface gráfica (GUI).

iMarketing

A era Macintosh não representa apenas inovações nos produtos, mas também no modo com que empresa alcançava seus clientes e em como os computadores Apple tornaram-se objetos de desejo. Foi com o Macintosh que Steve Jobs resolveu arriscar e, no intervalo do Super Bowl – um dos maiores eventos esportivos dos EUA– veiculou um comercial que deixou milhões de americanos de olhos arregalados.

O vídeo de 60 segundos – que você pode ver logo abaixo – consiste em uma metáfora para a liberdade, em que o Grande Irmão (figura da famosa obra de George Orwell) simboliza a gigante IBM. Esta foi a primeira grande demonstração de interesse de Jobs pelo marketing, um ponto extremamente forte da empresa.


“Quando uma propaganda acaba se tornando um elemento da cultura pop, é porque ela deu certo.” Assim diz Steve Jobs, à respeito de propagandas como a do iPod e as famosas “Get a Mac” que, assim como a propaganda de 1984, conquistou muitos adoradores dos produtos Apple e tiveram grande repercussão no mundo todo.


iMacintosh

O macintosh clássico.
 


Em 1985, o sucesso do Macintosh pareceu desestabilizar a empresa, que resolveu demitir Steve Jobs e acabou por ficar também sem Steve Wozniak, que voltou para a faculdade. A partir de então, os computadores da Apple perderam o brilho e traziam uma interface desatualizada para os padrões da época, com características que desagradavam os consumidores.

Esta foi uma verdadeira fase de declínio, em que os inovadores e poderosos computadores da maçã não representavam ameaça alguma para concorrentes como a Microsoft e desapontavam os fãs. 

Foi apenas em 1991 que a Apple começou a acordar de seu pesadelo e lançou o primeiro PowerBook, um computador portátil que reconquistou o público, alcançando um grande sucesso nas vendas.

PowerPC

Apesar de estar reencontrando a estabilidade, a Apple buscava novas tecnologias que pudessem bater de frente com os PCs, seu grande inimigo. A escolha foi os processadores PowerPC, um processador rápido e co-produzido pela IBM. Em 1994, a primeira leva de computadores PowerPC entrou no mercado e, apesar das expectativas, não foram tão bem aceitos assim.

A incompatibilidade dos processadores PowerPC com os utilizados anteriormente nos Macs, fizeram com que todos os programas tivessem de ser reescritos, causando uma tremenda dor de cabeça tanto para desenvolvedores quanto para os usuários.


O PowerBook.

A solução da Apple foi criar um programa para emulação dos softwares, o que causava lentidão e vários problemas no sistema. Assim que o tempo passou, os softwares começaram a ser desenvolvidos apenas para processadores PowerPC, amenizando o problema.  Mesmo assim, até hoje se discute se a decisão da Apple pelo PowerPC foi correta. 



iNesperado

Apesar de todas as ações tomadas pela empresa, em 1995 a Apple continuava em uma certa crise. Com problemas para compra de peças e montagem de produtos, a empresa de Cupertino ainda teve de lidar com questões jurídicas envolvendo a Microsoft e seu Windows 95, que copiou descaradamente a interface gráfica do Mac.

No final de 96, Steve Jobs – fora da Apple desde 1985 - já estava com uma empresa de tecnologia montada e a todo vapor. A NeXT estava desenvolvendo computadores e tudo ia muito bem. Foi então que a Apple sentiu a necessidade de ter Jobs de volta à empresa e a melhor solução foi comprar a NeXT. 





o iMac original.


De volta à Apple, as mudanças de Jobs foram essenciais para reerguer a empresa. A começar pelo corte na linha de produtos que, segundo Jobs, era extensa e complicada. O guru da tecnologia resolveu cortar a linha de computadores Apple em menos da metade, uma decisão que rendeu bons resultados.



A partir de então, a Apple tem sido uma empresa robusta que surpreende o mundo com seu design inovador e tecnologia de cair o queixo.

Alguns exemplos são o PowerBook G3, em 1998, um laptop avançado para a época e cujo preço era acessível. 

No mesmo ano, o iMac revolucionou o conceito de computador, trazendo os componentes internos dentro de um monitor. A beleza do produto e a ausência dos já conhecidos cabos conectores chamou a atenção do público jovem e colaborou com a popularização da marca.

iMusic
Em 2001, o grande lance da Apple: um player portátil de áudio e vídeo digital que deixou o mundo em êxtase por seu design arrojado e novidades tecnológicas. Até hoje o iPod é sinônimo de qualidade em player portátil e conta com uma linha para variadas necessidades de tamanho físico e armazenamento.



iPods para todos os gostos.


Basta sair nas ruas, parques ou academias para ver pessoas com os clássicos fones de ouvido brancos para lá e para cá. Com um marketing intenso e design agradável, o iPod revolucionou a música e colocou a Apple novamente no topo das paradas.



Ainda com a música em foco, a empresa lançou o iTunes, um player moderno que armazena, organiza músicas e as sincroniza com o iPod. Junto ao player, a iTunes Store, uma loja em que milhões de músicas podem ser compradas online, por um preço razoável.

iNcrível

Também em 2001, o Mac OS, sistema operacional da Apple, sofreu grandes mudanças e foi reconstruído tendo o UNIX como base. Extremamente mais robusto e agradável, o sistema operacional Mac OS X é considerado, por muitos, o melhor.



Área de trabalho do sistema operacional da Apple.


Em 2006, o MacBook, o famoso laptop branco da maçã, foi um sucesso de vendas absoluto por trazer um processador Intel (em vez do PowerPC) e recursos interessantes por um preço bastante acessível se comparado a seus antecessores. 



Todos os computadores Apple de hoje trazem o processador Intel que oferece mais rapidez, estabilidade e compatibilidade aos computadores da marca. Mais que um hardware e sistema operacional de qualidade, os MacBooks e iMacs tornaram-se objeto de desejo e culto.

iPod shuffle: menor que um isqueiro.Mais recentemente, o que alavancou a marca foi o iPhone, um smartphone de notável tecnologia, com funções de áudio, câmera, internet e muito mais. Utilizando uma tela multitouch e uma versão reduzida do sistema operacional Mac OS X, o iPhone vendeu mais de 1 milhão de unidades em apenas 74 dias. 



MacBooks poderosos, iMacs que carregam toda a potência de um computador dentro do próprio monitor e iPhones cada vez mais versáteis. Além disso, a empresa mostra ao público tecnologias que visam a portabilidade, como o incrível MacBook Air e o iPod nano 3G, peças que provam o poder da Apple no mundo da tecnologia.

Quem mordeu a maçã de Cupertino?


A maçã é pop: todo mundo já viu, todo mundo conhece. Mas como surgiu a ideia de ter como símbolo de uma empresa de tecnologia uma maçã mordida? A versão mais plausível e conhecida é a que o símbolo seria uma referência a Newton, que se deu conta da lei da gravidade ao observar uma maçã caindo da macieira. Outra analogia possível seria com Adão e Eva, os personagens bíblicos, em que a maçã representaria todo o conhecimento e a mordida, a aquisição do mesmo.

As caras da Apple.
O primeiro logo da empresa era um tanto quanto exagerado e representa a cena de Newton e sua maçã. Não é preciso nem pensar duas vezes para ter certeza de que o logo não iria fazer sucesso, afinal, ele vai totalmente contra um dos mais fortes princípios de Jobs: a simplicidade. Percebendo tudo isso, Jobs caiu na real e deu a luz a um dos mais famosos símbolos de todos os tempos: a maçã mordida.

A Apple é um fenômeno impressionante que está tirando o sono de muitas empresas como a própria Microsoft. Cada vez que Steve Jobs sobe ao palco com seu visual minimalista para anunciar um novo produto, o mundo para. Afinal, todos querem saber o que a mais inovadora empresa do Vale do Silício anda aprontando e ninguém quer perder a chance de dar uma mordida na maçã.

Se você se interessa pela empresa de Cupertino e quer conhecer um pouco mais de sua história, a equipe do Baixaki recomenda assistir ao filme "Piratas do Vale do Silício", que mostra a fundação da Apple e da Microsoft, bem como todas as suas rivalidades. Há também um livro bastante interessante e que foi lançado recentemente chamado "A Cabeça de Steve Jobs", do jornalista Leander Kahney. O livro conta a história de Steve Jobs e da Apple de maneira bastante completa.



Steve Jobs em um de seus clássicos lançamentos.


Curiosidades

  • O “i” encontrado na frente do nome de vários produtos da marca (iPod, iPhone, iMac) originalmente representava a “internet” mas, passado algum tempo, adquiriu a conotação de pessoal, uma vez que “I”, em inglês, significa “eu”. 


  • iPods compatíveis com o sistema operacional Windows não começaram a ser vendidos até 2002.


  • O primeiro slogan da empresa era “Byte into an Apple” (frase ambígua para um byte dentro de uma maçã ou morda uma maçã). 


  • A grande maioria das pessoas que compram um produto da Apple, permanecem fiéis à marca.


  • Os ususários Mac podem conhecer um pouco mais sobre a história da Apple utilizando um software gratuito chamado MacTracker. O programa traz informações técnicas e imagens sobre todos os produtos já lançados pela empresa até hoje. Faça o download do aplicativo aqui.
  • Veja na imagem abaixo todos os produtos já lançados pela Apple em ordem cronológica (clique para ampliar):
Clique na imagem para aumentá-la.
Você já conhecia a jornada da Apple? É fã dos produtos da maçã? Fique livre para comentar e dar a sua opinião.

Como desinstalar o Windows Live Messenger 2009?

Instalou o novo MSN e não gostou? Ele não aparece na sua lista de programas? Fique tranquilo, o Baixaki ajuda!
Interface nova, recursos úteis e várias outras novidades. Se nada disso lhe encantou no novo Windows Live Messenger, é melhor desinstalá-lo. Mas ao contrário do que parece, esta não é uma missão tão simples assim. O novo Messenger não aparece na lista de programas a serem desinstalados ou reparados do seu Painel de Controle. Por isso, vamos ter que usar a força para removê-lo.

Antes que os mais apressados pensem em ir direto à pasta Arquivos de Programas, procurar a pasta do Windows Live Messenger 2009 e deletá-lo à força bruta, pedimos calma. Não é assim que se resolve. Deletar programas manualmente não significa ir até onde ele mora e apresentar uma ordem de despejo. É preciso usar meios mais convincentes e menos danosos ao seu computador para fazer isto.
Recomenda-se que você utilize um programa que possua desinstalador como o CCleaner ou Revo Uninstaller. Vamos mostrar como remover o programa com estes dois programas. Primeiro, vamos por ordem alfabética: o CCleaner.

Utilizando o CCleaner

1) Inicie o seu CCleaner e em clique na aba “Ferramentas”. Você verá uma lista com vários programas instalados no seu computador. Vá até a entrada “Windows Live Essentials” e selecione-a.



Primeiro passo com o CCleaner.


2) Agora, clique em “Executar Desinstalador”.




3) Feito isso, você verá a janela de desinstalação e reparação de softwares Windows Live. Se você deseja apenas reparar o seu MSN 9, clique em “Reparar”. Mas, como o tutorial de hoje é sobre desinstalação, marque a opção “Desinstalar”.


Marque "Desinstalar" e prossiga.


4) A próxima janela deve listar todos os componentes Windows Live que você tem no seu computador. Como só temos o Windows Live Messenger instalado, não existem outros programas para serem desinstalados. Mas, caso você possua o pacote Live com mais componentes como o Live Writer, Live Mail e outros, pode selecioná-los para serem desinstalados junto com o Messenger.


Marque a opção que você quer desinstalar.


Utilizando o Revo Uninstaller

1) Com o Revo Uninstaller o processo é um pouco diferente devido à interface do programa ser diferente. Para começar, selecione a aba “Desinstalador” e em seguida “Windows Live Essentials” e clique duas vezes sobre este ícone.



O Revo Uninstaller remove os registros dos programas desinstalados.


Você verá a seguinte janela:


Selecione qual o modo de instalação ideal para você.


2) Se você deseja uma desinstalação muito profunda, pode levar mais tempo; mas é a garantia de que nenhum registro do programa restará no seu disco rígido. Para este tipo de desinstalação, selecione a opção “Avançado”. Porém, o tipo de desinstalação que usaremos aqui é o “Moderado”, afinal se trata de um processo bastante simples. Logo, esta opção fica a seu critério – porém para ter sucesso, é melhor optar entre as duas últimas alternativas.

3) Agora, você verá as mesmas telas de desinstalação que foram exibidas com o CCleaner. Estas telas são próprias do desinstalador do Windows Live.



Siga os passos para desinstalar


 4) Selecione a opção “Desinstalar” e clique em “Continuar”.

5) Marque a caixa do Windows Live Messenger e prossiga. Aguarde a desinstalação.

6) Volte ao Revo Uninstaller e clique no botão “Avançar” como mostra a janela abaixo. O programa verificará se existe algum registro do programa no seu disco rígido.

7) Se você escolheu a opção “Moderado”, alguns registros ficarão no seu computador e aparecerão assim na tela do seu Revo Uninstaller. Se desejar deletá-los, selecione-os e clique em “Excluir”. Se quiser mantê-los, prossiga sem marcar nada. O mesmo vale para a janela seguinte.

Removendo normalmente

Apesar de ser mais seguro remover programas utilizando estes softwares, você também pode desinstalar o Windows Live Messenger através do Painel de Controle do seu Windows. Clique no Menu Iniciar do seu computador, em seguida, pouse o seu cursor sobre “Configurações” e clique em “Painel de Controle”.


Remover manualmente pode ser um pouco arriscado.

Lá, clique em “Adicionar ou Remover Programas”. Nesta janela, encontre a entrada “Windows Live Essentials” e repita os passos 4 e 5 do processo acima.

Depois, para garantir que não haverá registros do programa no seu sistema, utilize o ZapMessenger. Este programa elimina os registros existentes do programa no seu computador, logo, não haverá vestígios de Messenger na sua máquina.


O ZapMessenger elimina os registros do Messenger no seu computador
Pronto! Seus registros foram removidos!


Lembramos aos usuários mais experientes que este tutorial é recomendado para aqueles que ainda são iniciantes no mundo da informática. Este processo pode ser executado manualmente, removendo os registros direto da fonte, ou seja, das pastas em que eles ficam. Para evitar acidentes, optamos por dedicar este tutorial aos usuários leigos.

Pronto! O seu Windows Live Messenger foi desinstalado com sucesso! É importante fazer o uso de programas como estes para desinstalações em que o programa deixe muitos registros porque ambos possuem métodos de remoção destes arquivos que sobram no seu computador.

E você? Conhece algum outro jeito de desinstalar o Windows Live Messenger 2009 com eficácia? Conte para a gente nos seus comentários!

Fique ligado para as próximas dicas e tutoriais do Baixaki! Até a próxima!



Hardware – O dicionário de A a Z

Sacie sua fome de conhecimento, veja em ordem alfabética os principais termos sobre hardware.


Como muitos devem saber, os computadores são divididos em duas áreas básicas: hardware e software. Na área dos softwares, há poucos termos que sejam totalmente desconhecidos pela maioria. Agora quando o assunto é hardware, muitos usuários têm dúvidas. O Baixaki resolveu montar um “dicionário” exclusivo sobre hardware, justamente para auxiliar você, que é novato na informática. Nosso dicionário foi atualizado em 2010, todavia aos poucos ele será incrementado para que você sempre esteja atualizado e familiarizado com os diversos termos e siglas que fazem parte do hardware dos computadores.


AGP: o termo é utilizado para definir o antigo padrão de encaixe das placas de vídeo. O AGP era bem mais lento que o PCI-Express, mas trata-se de um slot que ainda está presente em muitos computadores




AMR: a sigla significa Audio Modem Riser e fisicamente o AMR é um slot de expansão utilizado para conectar placas de modem, rede ou áudio. Em computadores mais antigos (como o Intel Pentium III, Intel Pentium IV, AMD Duron e AMD Athlon), o slot era ocupado por um modem onboard — apesar de que poderia ser removido quando necessário.






Arquitetura: é o conjunto de desenhos e especificações (teóricas) por trás do hardware. Normalmente os processadores possuem arquiteturas diferenciadas, sendo que cada uma trabalha com padrões específicos. Todo o funcionamento de uma CPU (ou de outro componente de hardware) depende de uma arquitetura bem organizada. Vale lembrar que o termo também é utilizado para definir especificações de software.


ATX: é um padrão criado para organizar as conexões de entrada e saídas da placa-mãe. Normalmente é comum utilizar o termo ao referir-se ao gabinete, que possui um chassi apropriado para tais placas. Para você compreender melhor, basta notar o posicionamento das portas na parte traseira do seu gabinete (possivelmente ele deve utilizar o padrão ATX). O padrão anterior era o AT e foi substituído devido ao acréscimo de novas conexões nas placas-mãe.



Barramento: é o agrupamento de vias de comunicação entre diferentes componentes de hardware. Por exemplo: para o processador efetuar comunicação com a memória, ele deve utilizar o barramento para enviar (ou receber) os dados. Sendo assim, todo o tráfego de dados, endereços e sinais de controle acontece pelo barramento. Normalmente os barramentos possuem um desempenho medido em bits (quantidade de informações que pode ser enviada simultaneamente). Os valores podem ser: 8 bits, 16, 32, 64 ou mais.







Barramento de memória (Interface de memória): número representado em bits que faz referência à quantidade de bits que pode ser transmitida simultaneamente entre a memória (principal ou da placa de vídeo) e outros componentes (de um mesmo dispositivo ou externos) de hardware.

BIOS: fisicamente falando, a BIOS é uma memória acoplada na placa-mãe (veja RAM-CMOS para saber mais). Virtualmente falando, ela é um programinha com instruções básicas e fundamentais para o funcionamento dos demais componentes do computador.

Dois modelos de BIOS


Buffer: pequena quantidade de memória reservada para armazenar dados temporariamente. Comumente a “memória buffer” está presente em dispositivos de hardware para evitar problemas durante a escrita ou leitura de dados. Em geral, os gravadores de DVD (assim como CD e Blu-ray) e os discos rígidos contam com uma região da memória reservada para tal atividade, justamente para não acontecerem erros durante uma operação.

BUS: termo americano utilizado para fazer referência ao barramento (leia a definição do termo Barramento para saber mais).

Cache: é uma memória presente em diversos componentes de hardware. As memórias cache mais conhecidas são as do processador e da placa-mãe. A memória cache sempre tem um tamanho (este medido em KB ou MB) reduzido, pois ela tem como principal função fazer um intermédio entre dois itens quaisquer de uma forma mais rápida. A memória cache, geralmente, armazena dados importantes ou que sejam utilizados constantemente, isso agiliza muito o processamento de dados e você obtém resultados mais rápidos.

Chipset: é um componente presente na placa-mãe de suma importância. Normalmente em placas-mãe com componentes onboard, o chipset desenvolve um papel ainda mais importante. Ele é responsável por controlar a placa de vídeo, rede e som onboard. Evidentemente ele tem muitas outras funções, como centralizar dados e criar pontes de comunicação entre componentes.

Chipset VIA - Um dos mais famosos

Clock: é a velocidade (frequência) em que cada componente funciona. O clock é especificado em MHz (MegaHertz) ou Ghz (GigaHertz). Para mais detalhes confira a definição de “Frequência”.

CMOS: em inglês significa complementary metal-oxide-semiconductor, traduzindo: semicondutor metal-óxido complementar. Basicamente o CMOS é uma tecnologia utilizada na fabricação de circuitos integrados (CI), responsáveis por controlar os detalhes mais básicos dos componentes de hardware.

Cooler: o cooler, na verdade, não serve para calcular ou realizar alguma tarefa diretamente relacionada aos softwares. Esta peça é apenas um componente que serve para refrigerar o CPU (processador). Atualmente há diversos tipos de coolers, porém o mais comum é o ventilador.
Cooler - Dissipador e ventoinha

CPU: A CPU (Central Process Unit – Unidade Central de Processamento), também conhecida como processador, é o principal item de hardware do computador. Ela é responsável por calcular e realizar as tarefas determinadas pelo usuário.
Um CPU da Intel

DDR: é o termo básico para fazer referência ao tipo de memória presente nos computadores atuais. Atualmente há três tipos de memória DDR no mercado: a DDR, a DDR2, e a DDR3 (esta última mais recente e ainda rara de ser encontrada). O significado da enorme sigla DDR SDRAM é: memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência.

DDR - Um pente de memória no padrão DDR

Drive: são as famosas unidades de leitura (e em alguns casos também gravação) de CDs, DVDs, disquetes e outros tipos de mídias removíveis.
Dois drives - Um gravador de CD e outro de DVD

Driver: o driver não é necessariamente uma parte dos componentes de hardware, mas ele deve estar nesta lista, porque ele é o responsável pela comunicação entre hardware e software.

Firmware: não podemos considerar o firmware como uma parte de hardware, porém ele é de extrema importância nesta lista. Na realidade, o firmware é um software presente em um chip de memória, sendo que sua função é armazenar as principais instruções para o hardware. Atualmente, a maioria dos dispositivos eletrônicos possui um firmware que geralmente pode ser atualizado conforme a necessidade.

Fonte: é a responsável por fornecer energia a todos os demais itens do computador. Ela transforma a energia e então distribui aos demais componentes.
Fonte - Ela fornece energia para tudo

Frequência: todo componente do computador trabalha em uma velocidade específica, sendo esta especificada em GHz ou MHz. A frequência define a quantidade de ciclos por segundo que o processador consegue realizar, de modo que a cada ciclo é possível realizar um número de contas.

FSB: o Front Side Bus, conhecido como barramento frontal, é o responsável por efetuar a comunicação (transferir dados) entre o processador e a Northbridge  (ponte norte).

Gabinete: o gabinete é o que você vê por fora. A caixa onde será colocado todos os componentes internamente e após fechada protege todos os itens de hardware.
Gabinete - O exterior do computador

GDDR: memória específica para placas de vídeo. A abreviação GDDR vem de Graphics Double Data Rate e seu funcionamento é muito semelhante ao da memória DDR comum. Vale lembrar que a memória GDDR também é do tipo RAM, ou seja, de acesso aleatório. Existem diversas versões desta memória, as quais trabalham com tensões diferentes. Atualmente é comum encontrar placas com memórias GDDR3, GDDR4 e GDDR5.

GPU: é a unidade de processamento gráfico. GPUs são encontradas apenas em placas de vídeo.
GPU da GeForce 6600GT

Hardware: toda a parte física em informática é chamada de hardware, enquanto toda a parte virtual é chamada de software.

HD: o HD — também conhecido como disco rígido — é o item responsável pelo armazenamento de dados permanentes (ou a longo prazo). O HD é o local onde será mantido o sistema operacional, os seus documentos e todos os arquivos que você imaginar. Ao contrário de outros componentes, o HD dificilmente perde dados por não receber energia constantemente, ele pode ficar meses ou até anos sem ser conectado a uma fonte de energia e ainda sim terá os dados armazenados.
HD - Ele armazena arquivos permanentemente

I/O: do inglês Input/Output (entrada/saída), o termo I/O é frequentemente utilizado na informática para fazer referência aos diversos dados de entrada e saída. Na parte de hardware, o termo I/O é comum para citar componentes de entrada (teclado, mouse, dispositivos USB e outros) e saída (monitor, impressora e outros).

IDE: é a sigla utilizada para fazer referência a discos de armazenamento do tipo paralelo (Parallel ATA). Além disso, o termo é usado para indicar o nome do conector (e encaixe) deste tipo de HD.
IDE - Conectores de HDs do tipo ATA são conectados aqui

Jumper: são pequenas peças responsáveis por definir algum parâmetro manual. Por exemplo: em alguns HDs você pode utilizar um jumper para limitar a capacidade do HD, de modo que ele utilize apenas metade da velocidade.
Foto de três jumpers

Largura de banda (Taxa de transferência): é a quantidade de dados que pode ser escrita ou lida na memória (ou que trafega entre outros componentes de hardware) em determinado intervalo de tempo. A taxa de transferência é representada em MB/s ou GB/s, variando conforme a memória em questão.

Latência: apesar de não ser um componente de hardware, a latência está totalmente ligada às memórias, o que requer sua presença nesta lista. O termo é utilizado para especificar o tempo que a memória leva para acessar determinado dado. Existem diversos tipos de latência na memória, sendo que quanto menor o tempo de latência (atraso), mais rápido a memória responderá e enviará dados aos demais componentes de hardware.

Led: é um componente muito pequeno, responsável por indicar se o computador está ligado ou desligado. Atualmente há leds de diversas cores e intensidades luminosas, sendo que agora eles são utilizados até mesmo para indicar se a placa-mãe está recebendo energia ou se algum conector não está encaixado incorretamente.
Leds de diferentes cores estão presentes nos gabinetes atuais

Memória RAM: é um item fundamental na configuração de um computador, pois é a peça que será responsável por armazenar dados temporariamente enquanto o processador efetua cálculos diversos.

Modem: é o componente responsável por conectar você com a internet — ou era, pois atualmente a placa de rede está substituindo o modem. Há modems tanto para internet discada quanto para internet ADSL.

Northbridge (Memory Controller Hub): é um chip presente na placa-mãe que tem como função principal controlar os dados da memória e efetuar a comunicação entre processador, placa de vídeo e a própria memória. O Northbridge (ponte norte) é um dos componentes que integram o chipset e fazem toda a mágica do hardware acontecer.
Northbridge da VIA

Onboard: é a palavra utilizada para definir qualquer placa (de vídeo, rede, som, modem) que já venha acoplada na própria placa-mãe.

Offboard: placas que sejam conectadas em algum slot da placa-mãe são chamadas de placas offboard. Elas têm esse nome justamente porque não fazem parte da placa-mãe.

PATA: o termo significa “Parallel Advanced Technology Attachment”, algo como: tecnologia avançada de anexo em paralelo. O termo PATA é utilizado ao fazer referência ao tipo de disco rígido utilizado. Os discos com interface (conexão) PATA são mais antigos e usam cabos de 80 vias  (alguns usavam cabos com 40 vias), sendo que eles são mais largos do que os cabos do atual padrão SATA.
Paralelo ATA

PCI: o PCI é, sem dúvida, o slot que mais perdurou ao longo da história da informática. Ele é um padrão um tanto lento, mas até hoje serve para trabalhar com placas que exijam pouca velocidade.

PCI-Express: o PCI-Express é uma espécie de slot, sendo que ele é um dos mais recentes padrões nas placas-mãe. O PCI-Express é o sucessor do PCI e tem a capacidade de transmitir dados em altíssima velocidade.
PCI-Express - Muito mais rápido que o AGP
Legenda: A imagem acima foi capturada pelo fotógrafo Clemens PFEIFFER, Vienna.

Placa-mãe: é a responsável por unir tudo. É nela que você coloca o processador, a memória, o HD e demais placas externas. As placas-mãe possuem várias especificações, sendo que cada uma trabalha com um tipo de processador específico.
Placa-mãe - Conecte tudo nela

Placa de rede: é responsável por efetuar a ligação do computador em uma rede qualquer, seja ela interna (rede LAN) ou externa (rede WAN). É por meio da placa de rede que você tem acesso à internet banda larga.

Placa de som: é o componente responsável por transformar os arquivos de som (MP3, WAV e quaisquer outros arquivos) em ondas sonoras que serão transmitidas pelas caixas acústicas.
Placa de Som da Creative - Uma das mais caras e de melhor qualidade

Placa de vídeo: É a peça que tem a função de calcular toda a parte gráfica em jogos e vídeos. Evidentemente, é a placa de vídeo que realiza o trabalho de enviar qualquer imagem para o monitor. As atuais placas de vídeo utilizam o slot PCI-Express da placa-mãe.
Uma placa de vídeo de última geração da ATI

Processador: Veja descrição de CPU. As placas de vídeo também trazem seus próprios processadores, para saber mais leia o que é GPU.
Um processador da AMD voltado ao mercado de servidores

RAM-CMOS: é a memória BIOS propriamente dita. Enquanto a BIOS faz referência ao software, a RAM-CMOS é a parte física onde os dados principais (para funcionamento básico dos itens de hardware) do computador são armazenados.

SATA: o termo significa “Serial Advanced Technology Attachment”, algo como: tecnologia avançada de anexo em série. O padrão SATA é usado para fazer referência aos discos rígidos que são comercializados atualmente. O cabo SATA é bem mais fino que o do tipo PATA e os dados são enviados em série, o que torna a máquina mais veloz.
SATA - Novo padrão para os HDs

Slot: o slot é qualquer espaço vazio na placa-mãe que seja específico para a adição de novas placas. O slot também é chamado de encaixe, pois é nele que você deve encaixar outras placas.
Slots mais comuns nas placas-mãe atuais
Legenda: A imagem do Slot PCI-Express foi capturada pelo fotógrafo Clemens PFEIFFER, Vienna

Socket: espaço destinado à instalação do processador. O socket (em português o termo é soquete) é diferente conforme a placa-mãe e o modelo do processador. Os sockets possuem diversos buracos para que os pinos do processador possam fazer contato com a placa-mãe. Vale frisar que Intel e AMD possuem diferentes tipos de socket.
Processador AMD e seu respectivo socket

Southbridge  (I/O Controller Hub): chip responsável por controlar as placas conectadas aos slots PCI e os componentes onboard (como a placa de vídeo) da placa-mãe. O Southbridge é parte integrante do chipset, mas ao contrário do Northbrige, este chip não faz comunicação direta com o processador.
Southbridge da VIA

Transistor: um dos principais componentes da eletrônica é também fundamental para o funcionamento geral dos diversos componentes do computador. Os transistores estão presentes em processadores (onde há milhões deles), placas de vídeo, placas-mãe e em quase todas as partes físicas do PC.